Google censurado

Absurdos que já não deviam ser vistos atualmente, mas que ainda ocorrem. O Google foi censurado na China. Bem, na verdade isto não é novidade, já vinha acontecendo há muito tempo, mas na época o governo chinês vetava o acesso de seu povo a determinados sites e o Google colocava em prática. Ou seja, a empresa compactuava com o autoritarismo e a falta de liberdade que o governo impunha à população. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo na segunda-feira, o Google anunciou que deixaria de operar o google.cn a partir da China, em razão de sua decisão de não mais censurar os resultados das buscas. A condição para a empresa ter um site no país era a prática da autocensura, com a incorporação a seu sistema de busca das restrições impostas pelo governo chinês.

Com a transferência do site para Hong Kong, o Google deixou de praticar a autocensura, mas as restrições de acesso à informação se mantêm. O usuário que está na China continental continua a encontrar um site idêntico ao google.cn. A diferença é que agora a censura não é mais feita pelo Google, mas pelo governo chinês. Pelo menos o Google teve a dignidade de não aceitar a censura como condição de manter uma sede no país.

Na minha opinião isto só confirma que de democrática a China só tem o nome. Existem várias proibições(entre outros absurdos) que o governo chinês impõe a imprensa, tanto impressa, televisiva ou on-line. Se bem que no caso da tv e do jornal, esses meios pertencem ao governo e por isso já estão previamente censurados. De acordo com a  organização Repórteres Sem Fronteiras algumas regulamentações para a internet proíbem:

– animar as concentrações ilegais, greves e alterações da ordem pública;

– organizar atividades ilegais ou criar associações ilegais, através da Internet;

– que se propaguem rumores, ponham em perigo a ordem e criem instabilidade social.

O objetivo do governo é manter a estabilidade social, mas o real objetivo é tolher a liberdade de se manifestar contra o regime, fazer greves justas, criar sindicatos livres ou associações pelos direitos humanos, que se fale a verdade sobre as coisas que acontecem lá. Isto é a atuação digna de um regime totalitarista e ditatorial. Um regime que inibe o direito de comunicação, de informação e de conhecimento que todo ser humano deve ter. A manutenção da ordem na China é em prol do povo(segundo o governo) mas para isso eles renegam os direitos universais de livre expressão. Na verdade o que eles querem é impedir novos eventos como os da Praça da Paz Celestial em 1989, quando trabalhadores e estudantes foram massacrados enquanto pediam por liberdade, justiça e democracia. Não é o povo que tem medo do governo, é o governo que tem medo do povo.

Dia 12 de março foi o dia mundial contra a cyber censura. Por incrível que pareça pouco foi falado à respeito, mas te toda a forma o exemplo da China demonstra que temos que alertar o mundo para o que esta acontecendo lá, afinal ainda temos este direito.

Avatar II

Não podia deixar passar a oportunidade de mostrar a vocês esse vídeo. Um tal de Hungry Beast postou no Youtube uma versão de Avatar muito peculiar. Não sei quem fez, mas caprichou. Ele aproveitou o hype que Avatar gerou e fez esse vídeo que até agora teve 336900 exibições e foi postado em 4 de março. Dá mais de 16 mil visualizações por dia! Gerou um belo buzz, afinal fiquei sabendo do vídeo graças a minha namorada que mandou o link e ela provavelmente recebeu o link de alguém. Se esse Hungry Beast trabalha na área audiovisual com certeza promoveu muito bem seu trabalho.

O vídeo mostra Pandora 10 anos depois do final do primeiro filme. No começo parece tudo normal, mas quando o Darth Vader aparece em cena, aí se ve que é galinhagem. Eu reconheci pelo menos 10 referências à outros filmes. Muito bem editado e até os Navi são relativamente convincentes. Não sei se isso não foi alguma jogada de “marketing”(termo que se usa muito, mas não é correto, mas outra hora falamos disso) para autopromoçâo. Seja como for esse vídeo é a própria pós-modernidade em ação. Referências dentro de referências, uma colagem de ícones facilmente reconhecivéis. Ele usa uma linguagem de trailer para unir ao redor de uma idéia(a da parte dois de Avatar) vários outros momentos clássicos do cinema de entretenimento, assim criando um resultado facilmente identificável e ao mesmo tempo inovador. Isto é muito do conceito de pós-moderno. Ali nada se criou, mas se reciclou, se reaproveitou, mas de uma forma que o conteúdo de onde as referências foram tiradas entraram em outro contexto e formaram um novo elemento: a versão cômica de Avatar que podemos ver aqui embaixo.

Talvez esse meu post tenho ficado meio profundo de mais no fim, quando na verdade era para ser cômico. Isso que dá estudar semiótica pós-estruturalista francesa contemporânea(uia).  Mas o objetivo era demonstrar que este vídeo diz muito do que vivemos hoje. Heitor Carlos Panzenhagen Júnior explora bem isto neste artigo, onde em certo momento afirma que o moderno e o pós-moderno exploram o capital cultural de outrora. O pós-moderno se apropria de uma bagagem cultural que já está presente no imaginário e por isso é uma referência de fácil assimilação. É o caso de usar personagens de outros filmes para contar uma nova história.

Fredric Jameson cita que o uso da cor no cinema, em oposição ao antigo formato em preto e branco, é um sinal do fim do realismo e do moderno. Quem dirá então um filme como Avatar que foi quase todo feito em CGI(imagem gerada por computados na sigla em inglês)? E o autor norte-americano ainda diz que o ver(cinema, ou qualquer outra coisa) e ver em excesso é típico do ser contemporâneo e que no cinema “o espectador simplesmente explora e canibaliza a obra de arte criada exatamente para esse propósito com uma apropriação aleatória”. Não foi isso que vimos nesse vídeo? Um cara que viu filmes demais e usou tuda essa bagagem cultural para criar uma narrativa onde o simples fato de reconhecermos algumas partes, ajuda a criar uma nova história.

Internauta não tem memória

Li na revista Meio e Mensagem esta notícia hoje e agora acrescento minha opinião sobre o assunto.

A publicidade na internet não parece ser lembrada pelos internautas. Segundo uma pesquisa da Millward Brown Brasil apresentada no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) o público jovem e adulto quando lembra da publicidade associa primeiro à tv, depois site, revista e por último Youtube. Não significa que a publicidade no meio digital não seja eficaz ou lembrada, mas de acordo com Valquíria Garré, que apresentou a pesquisa,  o mais importante é conteúdo relevante. As pessoas não lembram das campanhas na internet, a não ser que mostrem algum conteúdo relevante. Valquíria dá o exemplo da Coca-Cola(sempre ela) que vincula propagandas na tv, mas no site disponibiliza entretenimento, diversão e benefícios reais para os consumidores. A Coca mantém assim o público em contato com a marca de uma forma diferente. Isto é uma tendência que deve ser seguida? Na minha opinião sim, claro! Por que eu entraria (e ficaria) em um site de produto que só me mostra propaganda. Por mais que ela seja bonita, criativa, interessante, ela tem um objetivo muito específico. Agora se entro no site e tenho algo mais, tenho interatividade, conteúdo, jogos, música, vídeo, etc…eu vou permanecer mais tempo. É o que acontece no caso da Coca, o internauta está em contato com a marca, está se relacionando com ela, mas de forma que lhe agrada. O consumidor está fazendo parte, está participando. A Coca criou um portal que tem diversos conteúdos. Agora com a proximidade da Copa do mundo provavelmente as visitas e o tempo navegando vão aumentar.

Outro exemplo é o energético Red Bull, que neste site possibilita que os consumidores criem roteiros que poderão virar propaganda na televisão. Apesar do único “prêmio” é o roteiro ser realizado, isto é pura interação e participação. É a experiência de fazer parte da história dos comerciais de tv da Red Bull, que para mim são geniais

A publicidade a meu ver está em um momento de transição. Se até pouco tempo atrás tinhamos um interesse grande em ouvir o consumidor e dar a ele o que ele esperava, agora já acredito em vivenciar uma experiência. O consumidor não quer tudo pronto, quer customizar, quer interagir, quer algo com a sua cara. A palavra é essa: experiência. Não é essa a melhor forma de lembrarmos de algo? Quando lembramos da infância não nos vem algum cheiro de comida que a mãe preparava à mente? Ou o gosto de um beijo inesquecível? Experiência para trazer memórias.

Publicitários… mãos-a-obra.

Trabalho de conclusão

Para quem está prestes a se formar e está na época de realizar seu trabalho de conclusão, dedico este post. Mesmo que eu me forme só no final de 2010, já realizei meu famigerado TCC, mas não me pergunte como isto é possível. O fato é que apresentei o trabalho no final de 2009 e tive um resultado surpreendente. A batalha para pesquisar e escrever um trabalho que estivesse a altura das minhas expectativas (e da banca) me consumiu muito tempo, neurônios, paciência e dedicação. Então saibam que não é fácil não, mas não estou aqui para apavorar ninguém, é mais para dar umas dicas bem humoradas e motivar vocês.

Manual prático de ralização de trabalho de conclusão:

1º Você precisa de tempo. Para ler(e localizar o que deve ler), refletir, anotar e escrever. Por isso esqueça sua vida social, namorada(o), esposa, marido, amigos e qualquer outra atividade. Depois você retoma(se eles não te abandonarem) a relação.

2º Se você trabalha, tente de todas as formas puxar o saco do chefe antes de começar o TCC. Agrade, dê presentes, faça horas-extra(mesmo que não seja remunerado), ou seja, prepare o terreno. Pois quando começar o trabalho para valer você vai ter que pedir muita compreensão dele.

3º Prepare-se para passar muito tempo na frente do computador e em bibliotecas. Já vá se acostumando a ficar concentrado e em ambientes silenciosos. Por isso vale fazer um pouco de meditação Zen-Budista para ir treinando.

4º Você pode (e deve usar) muito o Google acadêmico. É uma baita mão na roda e muito prático. Mas também é muito fácil você trocar de aba para ver o e-mail, para ver o perfil da rede social, etc…então é preciso disciplina. Se você não tem um treinador estilo Sr. Miyagi para ficar no seu pé, crie castigos para você mesmo, como fazer flexões caso abra o e-mail…pensando bem isso vai consumir o seu tempo, esqueça este item.

5º Tenha em mente que você fará esse trabalho uma vez só (a não ser que depois você continue estudando, mestrado, doutorado, etc…), então será estressante, mas depois passa e a sensação de alívio e dever cumprido se assemelha aquela ida providencial ao banheiro. Bom né?

Espero ter contribuído na sua empreitada de trabalho de conclusão, então mãos-a-obra e bom trabalho. Tirar um dez como eu vai valer o esforço(desculpe eu tinha que contar isso).

Se quiser dar uma lida no meu TCC e ter uma idéia de como é baixe no link abaixo:

DOWNLOAD

Mais do portfólio

Abaixo um trabalho que fiz para divulgar um concurso de fotos realizado pela Federação Unimed. Trabalho feito no Photoshop.

A peça abaixo foi uma ilustração feita em vetor no Corel sobre várias fotos. O objetivo era comunicar uma campanha voltada para o público jovem, a ser veiculada em escolas. Também para a Unimed.

E por fim mais ilustrações feitas em vetor no Corel para divulgar os jogos da Unimed. O formato é panfleto.

Internet e a democracia na comunicação

Fotos:stock xchng Montagem: Ricardo Reis

Neste post quero de certa forma responder uma pergunta que me foi feita.  Não vou me ater a questão em si e mais na resposta, espero que vocês entendam. O que representa a internet hoje?  De que forma as ferramentas que ela disponibiliza são relevantes (ou serão no futuro)? Estas perguntas eu faço para mim mesmo na procura de respostas mais abrangentes.

Primeiro eu devo dizer que no meu ponto de vista a internet é muito importante(dã). “Grande novidade” você dirá…mas eu explico. Quando eu era criança nos anos 80 achava que os anos 2000 nos reservavam carros voadores(e quem não achava?), armas de raio laser, robôs que fariam tudo por nós, entre outras coisas incríveis, que não aconteceram. Nada disso se tornou realidade do ponto de vista prático e comercial. Mas alguém pensava que poderíamos nos comunicar instantaneamente com uma pessoas do outro lado do mundo sem pagar uma fortuna de ligação internacional? Não né. A internet comercial que conhecemos surgiu como algo inesperado e que se encaixou nos desejos de muitas pessoas. A internet possibilita a expressão, a comunicação, o ver e ser visto, mais do que qualquer meio já proporcionou. Antes tínhamos poucas possibilidades de comunicação interpessoal. Era carta, telefone, telegrama e só. Talvez o que possibilitasse um maior uso de criatividade fosse a carta, mas mesmo assim bem restrito. Hoje graças a internet eu posso me comunicar mandando um vídeo de um filme romântico para minha namorada sem mais nenhuma palavra. Eu posso mandar um Mp3 de “Aluga-se” do Raul Seixas para o Lula como forma de crítica social. Eu posso mandar um texto cheio de links que ajudarão a elucidar um argumento que tento defender. Ou seja a internet é importante pois democratizou as formas com que podemos nos comunicar. É importante na medida em que mostra que podemos nos entender, pois agora temos mais formas de nos comunicar, de nos expressarmos.

Outra coisa que vejo como um fator muito importante são as vantagens que a internet tem sobre outros meios. Como assim? Recentemente assisti uma palestra com o professor Ticiano Paludo e usarei um exemplo que ele deu. O jornal impresso é editavel pelo público. Você lê o que te interessa, você começa pelo fim, você lê só uma parte e descarta o resto. Ele é 100% editável(dentro do conteúdo que ele apresenta). Mas o jornal de ontem tem a noticia de anteontem. Ou seja, o tempo real em jornal não existe. Ele sempre vai estar meio atrasado nos acontecimentos.  Já a televisão pode ser mais imediata, os plantões de jornalismo entram com notícias importantes a qualquer momento durante a programação normal. Mas não podemos editar, no máximo trocar de canal, mas temos que aceitar o que esta passando e pronto. A internet possui o lado positivo dessas mídias e mais alguns adendos. A internet tem a interatividade  e o verdadeiro “tempo real” que esses meios não tem. Mais uma vez provando o alto nível de democratização da informação que foi alcançada com a internet.

Mas agora vou mudar um pouco o foco, mas no fim vocês entenderão o motivo. O que dizer dessas ferramentas que a internet disponibiliza? Vou me ater às redes sociais (que são inúmeras e com uma infinidade de recursos). As pessoas usam as redes sociais pelo desejo de serem vistas, de trocarem ideias, gostos em comum. Participar de algo com pessoas que gostem da mesma coisa. Isso é inerente do ser humano desde sempre(antropólogos e sociólogos podem me corrigir à vontade). O sentimento de ser e pertencer. Algumas redes sociais que surgiram e surgirão podem ser mania, moda, tendência, mas o sentimento de participar e de se comunicar é eterno. Então as pessoas podem mudar a forma como se comunicam, mas o nível de comunicação que alcançamos até hoje não irá diminuir, só aumentar.

Mas onde quero chegar? É sabido que a maioria dos usuários do Orkut é brasileiro, já muitos americanos usam o Myspace ou o Facebook. Talvez um dia as pessoas daqui cansem do Orkut, mas elas não deixaram de existir no mundo virtual. Elas migrarão para outra ferramenta. Para compartilhar imagens se usava o fotolog, hoje é muito mais prático(e com interface mais simples) usar o Flickr. As ferramentas evoluem, ou surgem novas ainda não pensadas, mas no fim sempre haverá alguma que agrade alguém. Nesse momento volto ao ponto que argumentei inicialmente. Isto é democracia. Se você não gosta do Orkut, use o Facebook.  Se você tem uma banda use o Myspace, se não tem use também. Se quer mostrar suas imagens use o Flickr, se quer mostar vídeos crie um perfil no Youtube. Sempre haverá uma opção. Se você não gosta de nenhuma dessas alternativas, procure novas, elas existem e não são poucas. Eu vejo a internet como algo mágico, que pode sempre nos surprender, mas podemos assumir o controle sobre ela. Diferente de outros meios de comunicação que estão produzindo conteúdo , muitas vezes a revelia do interesse real dos públicos. A internet possibilita os meios de expressão, as pessoas podem escolher e usá-los como quiserem. Quem pensaria nisso nos anos 80? Talvez o Tim Berners-Lee.

Para concluir acho que tudo que está na internet hoje pode sumir, mas outra coisa surgirá. O que não vai sumir é o desejo de se comunicar, e se ele puder ser o mais completo(e complexo) possível, nos humanos agradeçemos. Pois para mim o meu gmail é bem mais útil que um carro voador.

História em quadrinhos de alto nível

Não poderia deixar de falar neste blog de um assunto que eu adoro. Histórias em quadrinhos. Desde antes de saber ler(na verdade começei a aprender lendo-as) já aficcionado por elas. No começo mais pelos desenhos e depois pelos roteiros. Não era muito fã de Turma da Mônica ou Disney, eu curtia mesmo era a Marvel e a família DC (Batman, Superman, Flash, etc…)

Considero que o nível da arte dessas HQs me fascinou mais que os simples traços do Mauricio de Sousa. Todo o respeito por esse Walt Disney tupiniquim, mas não era meu estilo mesmo.

Mas eu quero falar de Planetary, criada pelo escritor Warren Ellis e o desenhista John Cassaday e publicada pelo selo Wildstorm da DC Comics. Considerada por muitos como uma das séries mais inteligentes e inovadoras dos últimos tempos, PLANETARY é um poço de referências que reúne praticamente todas as idéias do universo ficcional da literatura, do cinema e dos próprios quadrinhos. Realmente são inúmeras referencias que não é qualquer um que pesca de primeira, mas uma coisa legal é justamente isso. Identificar as referências.

Fora isso os diálogos e o enredo da história são muito bem construídos pelo escritor inglês Warren Ellis. E os deslumbrantes e super detalhados desenhos de John Cassaday são um caso à parte.

Descobri a HQ só em 2009, apesar de ser publicada desde 1999. Já li toda a série de 27 edições e é entretenimento garantido, além de um colírio para os olhos. Recomendado.

Portfólio II

Abaixo vocês podem ver mais um trabalho que fiz, mas dessa vez o cliente era real e o material foi produzido. A editora Scriptum estava lançando seu catálogo de livros e criei um folder para divulgação. Ele foi realizado basicamente no Corel Draw, a não ser pelas fotos que foram tratadas no Photoshop antes de serem inseridas.

Abaixo um trabalho de restauração de uma foto muito antiga. Nela podem ser vistos um desconhecido e o ascendente de uma amiga, que me pediu que recuperasse essa foto pelo valor sentimental que ela representa. Trabalho feito no Photoshop. Se vocês tiverem fotos antigas e quiserem uma restauração, mandem pra mim, eu adoro fazer isso.

Abaixo outro cliente real, a Federação Unimed iria lançar uma loja virtual, mas antes do lançamento oficial foi feito esse teaser, para aguçar a curiosidade do público. Criei o teaser no Corel, primeiro vetorizei duas imagens diferentes(a pessoa e o computador) e depois as juntei. As cores seguem o padrão das cores institucionais que a Unimed usa.

Em breve mais alguns trabalhos que fiz na minha curta carreira=)

abraços

Tecnologia e publicidade

Na internet quase sempre nos deparamos com muitas coisa medíocres, lugares comuns e afins…mas às vezes achamos coisas que impressionam. Uma delas que descobri a pouco é um comercial de tv feito por uma agência de publicidade da Alemanha, chamada Scholz&Friends. O cliente é a empresa Saturn do ramo de computação.  O vídeo mostra uma “evolução” da humanidade de uma forma diferente. Mas melhor do que falar, é ver e sacar que eles usaram a tecnologia para contar uma história da evolução da tecnologia. Essa interconexão de conceitos me fascina, pois pode ser muito bem explorada na publicidade. Assistam e comentem.

Internet e fonte de conhecimento

Em 2008 li um artigo na revista Meio Digital sobre o escritor norte-americano Andrew Keen que prega que a chamada internet 2.0 (aquela onde o conteúdo é basicamente gerado pelos usuários), enalteceria o amadorismo e contribuiria para uma erosão da cultura e do conhecimento.

Enviei uma resposta para a enquete da revista concordando com Keen, mas salientando que a participação e interatividade alcançada com a internet 2.0 é muito importante para compartilhar conhecimento, experiências e ideias. Mas que o conhecimento acadêmico ainda deve ser o mais valorizado, pois mesmo que as mudanças hoje sejam diárias, não podemos abandonar milhares de anos de história e cultura adquiridos graças ao intelecto humano e trocá-los pelos artigos da wikipedia. Acho que a internet é mais um meio de divulgar e transmitir conhecimento, mas a produção intelectual está muito bem como está, sendo feita nas universidades, com muito dialogo e troca de experiências pessoais (no sentido mais literal da expressão ‘pessoal’, ou seja, face to face).

Abaixo vocês podem ler o meu comentário publicado na revista.

E vocês, o que acham dessa polêmica? A internet feita pelo usuário é fonte confiável de conhecimento, ou as fontes tradicionais (literatura, universidades, experiência pessoal e científica) ainda são mais importantes? Aguardo seus comentários.